Eco-Marketing Macapá, Amapá

Esta página disponibiliza informações sobre o consumo de produtos e marcas verdes no Brasil, os aspectos importantes a serem destacados na produção de produtos verdes e uma lista de empresas e profissionais especializados no assunto na cidade de Macapá. Encontre abaixo empresas e profissionais da região de Macapá que oferecem diversos produtos e serviços relacionados e ainda esclareça suas dúvidas sobre os fatores que ajudam as empresas a se diferenciarem no mercado e na percepção dos seus consumidores.

M2 Comunicacao Ltda
(96) 3242-0630
av Antônio Coelho de Carvalho, 3973, Sta Rita
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
3d Servicos Ltda
(96) 3217-2357
av Osório,Gal, 69, A, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Eduardo Augusto Souza da Silva Me
(96) 3224-1910
r Odilardo Silva, 1186, A, Beirol
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
LTO Produçoes e Comunicaçao
(96) 3225-5050
av Procópio Rola, 900
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Multi Comunicacao Ltda -me
(96) 3224-1767
av Mendonça Júnior, 1717, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Cataz e Comunicaçao Visual
(96) 9112-1736
r Irmã Augusta M Alencar, 6289 Marco Zero
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
A J C Associados
(96) 3243-0096
av Anhangüera, 370 Beirol
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
V & A Publicidade Ltda
(96) 3084-0770
av Júlio Maria Lombaerd,Pe, 3936, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
A D S Pinheiro
(96) 3222-8234
r Rio Macacoari, 14
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Lilian Guimalhoes Brito
(96) 3225-4441
r Tiradentes, 1492 sl 2 Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
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O Biólogo do Marketing [parte3]

Marketing está ligado a consumo.
Biologia está ligado a natureza = verde.

E como é o consumo verde no Brasil?

O consumo verde no Brasil. 

Algumas considerações e reflexões
por Fred Tavares

O fenômeno do consumo de produtos e marcas1 verdes no Brasil é resultado da multiplicidade da composição de vários fatores articulados através das lógicas da sociedade de controle e do capitalismo mundial integrado, do paradigma da sustentabilidade e, principalmente, pela participação dos atores sociais (empresas, consumidores, mídia e ONGs), por intermédio do conceito de rizoma.

Como biopoder, esse fenômeno é desenvolvido na modernidade líquida (pós-modernidade) como um dispositivo de controle capaz de articular vida, modos de ser; além de produzir subjetividades, ordenações políticas e sociais, cultura de consumo e, também, responsabilidade ambiental.

O consumo de produtos e marcas verdes se apresenta graças a um agenciamento mútuo e coletivo, em que cada um dos atores influencia e é influenciado por esse movimento sinóptico.

Nesse sentido, existem aspectos importantes a serem destacados na sua produção: uma sociedade mais responsável e preocupada com assuntos relacionados à temática ambiental; uma demanda por “produtos ecologicamente corretos”; uma mídia mundial, dinâmica e transparente, que passa a incorporar valores e princípios éticos; parcerias entre ONGs, governos, empresas e sociedade civil com intuito de buscarem ações que ratifiquem a estratégia da sustentabilidade; e também uma nova estratégia para as empresas se diferenciarem no mercado e na percepção dos seus consumidores.

Ou seja, fatores políticos, sociais, econômicos, culturais, ambientais se interconectam, por meio de um rizoma, com sua multiplicidade de vetores e movimentos; individualmente e coletivamente, tendo a mídia um papel estratégico de difusão e produção de sentido, sendo um dos atores em condições de atravessar os demais na criação da cultura de consumo verde no Brasil.

Se os atores sociais ajudam a constituir o fenômeno do consumo de produtos e marcas verdes, a sua construção também passa pela complexa rede de fatores a ele ligados, ou seja, os aspectos sociais, culturais, econômicos, políticos e ambientais.

Nessa perspectiva, os principais são: a mundialização, o desenvolvimento sustentável e o capitalismo mundial integrado, inseridos no âmbito da sociedade de controle.

Deve-se, ainda, considerar o tempo dos fatos e acontecimentos, isto é, contextualizar a noção de modernidade líquida como o marco temporal que corrobora a idéia de uma sociedade volátil, consumista, que busca ter para pertencer. E, nesse sentido, os produtos e as marcas verdes podem ser entendidos como dispositivos de controle dessa nova sociedade de consumo.

Nessa nova ordem mundial, em que as relações entre sociedade e meio ambiente ganham novos contornos e dimensões, através do olhar do desenvolvimento sustentável, desponta o consumo de produtos e marc...

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