Eco-Marketing Londrina, Paraná

Esta página disponibiliza informações sobre o consumo de produtos e marcas verdes no Brasil, os aspectos importantes a serem destacados na produção de produtos verdes e uma lista de empresas e profissionais especializados no assunto na cidade de Londrina. Encontre abaixo empresas e profissionais da região de Londrina que oferecem diversos produtos e serviços relacionados e ainda esclareça suas dúvidas sobre os fatores que ajudam as empresas a se diferenciarem no mercado e na percepção dos seus consumidores.

Lfc - Comunicacao, Propaganda e Marketing S/s Ltda.
(43) 3025-3317
r Maringá, 1613, Vitória
Londrina, Paraná

Dados Divulgados por
Bonartecaima Propaganda e Publicidade S/s Ltda
(43) 3328-4452
r João Borges, 246, Jd Tókio
Londrina, Paraná

Dados Divulgados por
Cgd Propaganda e Promocoes S/s Ltda
(43) 3321-5848
r Souza Naves,Sen, 683, Sl 104, Centro
Londrina, Paraná

Dados Divulgados por
Estúdio Raf Propaganda S/C Ltda
(43) 3324-7051
av Carlos Gomes, 400, Petrópolis
Londrina, Paraná

Dados Divulgados por
WW Publicidade S/C Ltda ME
(43) 3321-1375
r Catarina,Sta, 106, Tr Sl 6, Centro
Londrina, Paraná

Dados Divulgados por
Zero 43 Marketing Regional S/s Ltda
(43) 3373-3000
av Santos Dumont, 1070, Sl 2, Boa Vista
Londrina, Paraná

Dados Divulgados por
La Casa Comunicação e Propaganda Ltda
(43) 3323-8685
av Higienópolis, 32, An 2 Sl 204, Centro
Londrina, Paraná

Dados Divulgados por
Vitaguimaraes Propaganda e Publicidade S/s Ltda.
(43) 3328-2805
r Sorte, 158, Carnascialli
Londrina, Paraná

Dados Divulgados por
Egg Design Publicidade S/C Ltda
(43) 3347-6181
r Maringá, 813, Sj Sl 26, Vitória
Londrina, Paraná

Dados Divulgados por
Fh3 Marketing e Publicidade Ltda
(43) 3329-3578
av Higienópolis, 1505, Sl 602, Jd Higienópolis
Londrina, Paraná

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O Biólogo do Marketing [parte3]

Marketing está ligado a consumo.
Biologia está ligado a natureza = verde.

E como é o consumo verde no Brasil?

O consumo verde no Brasil. 

Algumas considerações e reflexões
por Fred Tavares

O fenômeno do consumo de produtos e marcas1 verdes no Brasil é resultado da multiplicidade da composição de vários fatores articulados através das lógicas da sociedade de controle e do capitalismo mundial integrado, do paradigma da sustentabilidade e, principalmente, pela participação dos atores sociais (empresas, consumidores, mídia e ONGs), por intermédio do conceito de rizoma.

Como biopoder, esse fenômeno é desenvolvido na modernidade líquida (pós-modernidade) como um dispositivo de controle capaz de articular vida, modos de ser; além de produzir subjetividades, ordenações políticas e sociais, cultura de consumo e, também, responsabilidade ambiental.

O consumo de produtos e marcas verdes se apresenta graças a um agenciamento mútuo e coletivo, em que cada um dos atores influencia e é influenciado por esse movimento sinóptico.

Nesse sentido, existem aspectos importantes a serem destacados na sua produção: uma sociedade mais responsável e preocupada com assuntos relacionados à temática ambiental; uma demanda por “produtos ecologicamente corretos”; uma mídia mundial, dinâmica e transparente, que passa a incorporar valores e princípios éticos; parcerias entre ONGs, governos, empresas e sociedade civil com intuito de buscarem ações que ratifiquem a estratégia da sustentabilidade; e também uma nova estratégia para as empresas se diferenciarem no mercado e na percepção dos seus consumidores.

Ou seja, fatores políticos, sociais, econômicos, culturais, ambientais se interconectam, por meio de um rizoma, com sua multiplicidade de vetores e movimentos; individualmente e coletivamente, tendo a mídia um papel estratégico de difusão e produção de sentido, sendo um dos atores em condições de atravessar os demais na criação da cultura de consumo verde no Brasil.

Se os atores sociais ajudam a constituir o fenômeno do consumo de produtos e marcas verdes, a sua construção também passa pela complexa rede de fatores a ele ligados, ou seja, os aspectos sociais, culturais, econômicos, políticos e ambientais.

Nessa perspectiva, os principais são: a mundialização, o desenvolvimento sustentável e o capitalismo mundial integrado, inseridos no âmbito da sociedade de controle.

Deve-se, ainda, considerar o tempo dos fatos e acontecimentos, isto é, contextualizar a noção de modernidade líquida como o marco temporal que corrobora a idéia de uma sociedade volátil, consumista, que busca ter para pertencer. E, nesse sentido, os produtos e as marcas verdes podem ser entendidos como dispositivos de controle dessa nova sociedade de consumo.

Nessa nova ordem mundial, em que as relações entre sociedade e meio ambiente ganham novos contornos e dimensões, através do olhar do desenvolvimento sustentável, desponta o consumo de produtos e marc...

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