Eco-Marketing Cuiabá, Mato Grosso

Esta página disponibiliza informações sobre o consumo de produtos e marcas verdes no Brasil, os aspectos importantes a serem destacados na produção de produtos verdes e uma lista de empresas e profissionais especializados no assunto na cidade de Cuiabá. Encontre abaixo empresas e profissionais da região de Cuiabá que oferecem diversos produtos e serviços relacionados e ainda esclareça suas dúvidas sobre os fatores que ajudam as empresas a se diferenciarem no mercado e na percepção dos seus consumidores.

Neomídia Locação de Espaço Publicitário Ltda
(65) 3023-5660
av Miguel Sutil, 5552, Tr Sl 35, Lixeira
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
DMD Associados Assessoria e Propaganda Ltda
(65) 3621-2014
r Filinto Muller,Sen, 1875, Goiabeira
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Agronegócios Comunicação Ltda
(65) 3641-8568
r Diamantino, 13, Qd 73, CPA II
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Epoca Propaganda Ltda
(65) 3027-1613
r Treze de Junho, 877, Sl 606, Centro Sul
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Ap e B Comunicacao Ltda - Epp
(65) 3322-9591
r Castelo Branco,Pres, 534, Sl 1, Quilombo
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
AS&M Publicidade & Marketing Ltda
(65) 3642-2022
av Rubens de Mendonça,Hist, 2254, An 5, Bsq da Saúde
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Cidade Verde Paineis Publicitarios Ltda
(65) 3611-4001
av Miguel Sutil, 3520, Pis 1, Areão
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Genius Publicidade
(65) 3624-2302
r Violetas, 211, Centro Sul
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Cuibá Outdoor Publicidade Ltda
(65) 3626-1743
r A, 555, Village Flamboyant
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Z8 Publicidade Ltda
(65) 3627-3800
r Buenos Aires, 551, Jd das Américas
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
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O Biólogo do Marketing [parte3]

Marketing está ligado a consumo.
Biologia está ligado a natureza = verde.

E como é o consumo verde no Brasil?

O consumo verde no Brasil. 

Algumas considerações e reflexões
por Fred Tavares

O fenômeno do consumo de produtos e marcas1 verdes no Brasil é resultado da multiplicidade da composição de vários fatores articulados através das lógicas da sociedade de controle e do capitalismo mundial integrado, do paradigma da sustentabilidade e, principalmente, pela participação dos atores sociais (empresas, consumidores, mídia e ONGs), por intermédio do conceito de rizoma.

Como biopoder, esse fenômeno é desenvolvido na modernidade líquida (pós-modernidade) como um dispositivo de controle capaz de articular vida, modos de ser; além de produzir subjetividades, ordenações políticas e sociais, cultura de consumo e, também, responsabilidade ambiental.

O consumo de produtos e marcas verdes se apresenta graças a um agenciamento mútuo e coletivo, em que cada um dos atores influencia e é influenciado por esse movimento sinóptico.

Nesse sentido, existem aspectos importantes a serem destacados na sua produção: uma sociedade mais responsável e preocupada com assuntos relacionados à temática ambiental; uma demanda por “produtos ecologicamente corretos”; uma mídia mundial, dinâmica e transparente, que passa a incorporar valores e princípios éticos; parcerias entre ONGs, governos, empresas e sociedade civil com intuito de buscarem ações que ratifiquem a estratégia da sustentabilidade; e também uma nova estratégia para as empresas se diferenciarem no mercado e na percepção dos seus consumidores.

Ou seja, fatores políticos, sociais, econômicos, culturais, ambientais se interconectam, por meio de um rizoma, com sua multiplicidade de vetores e movimentos; individualmente e coletivamente, tendo a mídia um papel estratégico de difusão e produção de sentido, sendo um dos atores em condições de atravessar os demais na criação da cultura de consumo verde no Brasil.

Se os atores sociais ajudam a constituir o fenômeno do consumo de produtos e marcas verdes, a sua construção também passa pela complexa rede de fatores a ele ligados, ou seja, os aspectos sociais, culturais, econômicos, políticos e ambientais.

Nessa perspectiva, os principais são: a mundialização, o desenvolvimento sustentável e o capitalismo mundial integrado, inseridos no âmbito da sociedade de controle.

Deve-se, ainda, considerar o tempo dos fatos e acontecimentos, isto é, contextualizar a noção de modernidade líquida como o marco temporal que corrobora a idéia de uma sociedade volátil, consumista, que busca ter para pertencer. E, nesse sentido, os produtos e as marcas verdes podem ser entendidos como dispositivos de controle dessa nova sociedade de consumo.

Nessa nova ordem mundial, em que as relações entre sociedade e meio ambiente ganham novos contornos e dimensões, através do olhar do desenvolvimento sustentável, desponta o consumo de produtos e marc...

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